
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Primeiras Filmagens de Corpo Estranho 2 - IMG_0982

sábado, 6 de junho de 2009
A Última Palavra é a Penútima
A partir de um texto filosófico de G. Deleuze – O Esgotado - e aliando a isso a perspectiva de investigação do universo interpretativo, o grupo Teatro da Vertigem se apropriou da criação a partir da “experiência” do corpo do ator e do estudo sobre os conceitos da performance na intervenção cênica “A Última Palavra é a Penúltima”. O local para a encenação foi a passagem subterrânea entre o Viaduto do Chá e a Praça ramos de Azevedo, no centro, em São Paulo. A ocupação espacial e o confronto das inquietações artísticas dessas três companhias foram registradas pelo fotógrafo durante todo o processo de criação do espetáculo.
Esse trabalho se propôs um intercâmbio cultural ao convidar para uma criação e direção colaborativa as companhias Zikzira (Belo Horizonte - MG / Londres - Inglaterra) e o grupo LOT (Lima - Peru). Interessadas na exploração do espaço público, as três companhias têm em suas trajetórias pesquisas que relacionam o teatro com a dança, artes plásticas e cinema (no caso da ZikZira, de BH) e intervenções em espaços urbanos (Vertigem, de SP e LOT, do Peru).
sexta-feira, 22 de maio de 2009
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Fotos de Cansei de Tomar Fanta
Vejam as fotos do espetáculo que estreiou no http://www.teatroparaalguem.com.br/ em 05/02/2009.
Quer assisitir agora? Então vá ao Porão:
http://www.teatroparaalguem.com.br/casa/index.php?option=com_content&view=article&id=72:cansei&catid=4:porao&Itemid=8
segunda-feira, 9 de março de 2009
Rainhas - duas atrizes em busca de um coração

terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Participo do site www.teatroparaalguem.com.br, onde escrevi o texto abaixo:
É TEATRO? É CINEMA? É INTERNET?
Afinal o que estamos buscando? Algo novo. Algo que provoque e atinja a nossa sensibilidade e a do público. Não sabemos o que estamos criando, nem queremos um nome para isso. O artista sente uma necessidade de produzir, e por isso o faz, só isso. Não entende e nem quer entender ou nomear o que cria.
O teatro é uma guerrilha. Feita por poucos para poucos e com pouco dinheiro. O cinema independente também é feito por poucos também para ser exibido em poucas salas e custa muito... A TV??? Ah, a TV... Então tentamos achar uma saída para isso tudo!!!
Uma coisa é certa, estamos tentando. Não queremos repetir o teleteatro. Achamos o teatro filmado muito chato.

Também não queremos um videoclipe. O tempo e a linguagem do teatro é outro. É um tempo único, que dilata ou contrai o real, tornando segundos em anos e vice-versa.
Convidamos profissionais de teatro e de cinema para juntos fazermos uma fricção criativa: Um interfere no resultado do outro. Assim buscamos um mútuo aprendizado, uma contradição benéfica, uma semente de criação colaborativa.
A câmera torna-se o público. Um público num espetáculo teatral em um espaço não-convencional. Destruímos com o auxílio da câmera a tradicional disposição palco-platéia. E em certos momentos a câmera chega a ser mais um personagem. O duplo do espectador. Dentro do espetáculo. Que finalmente poderá interagir com a atuação durante as apresentações ao vivo, escrevendo um e-mail ou participando de um bate papo num chat ou no MSN...
A internet aproxima as pessoas. Não foi à toa que serviços de redes sociais, grupos de e-mails, e novos veículos de criação coletiva se difundiram tanto na rede. A Internet é comunicação. Exatamente a comunicação que pode resolver o ciclo vicioso: Existem muitos autores com textos engavetados por falta de viabilidade econômica para se montar o espetáculo. Existem também inúmeros atores talentosos que não têm um meio de ganhar visibilidade. E existe um público que busca uma produção artística livre e inovadora, sem preconceitos nem limites. Foi a partir destas inquietações que surgiu o Teatro Para Alguém. Não temos pretensão de dar respostas. Mas tampouco vamos ficar parados à espera de que elas caiam do céu. Afinal, o que é mesmo Teatro??
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Teatro da Vertigem, Coral Paulistano e Camerata Barroca - Dido e Enéas

O Teatro da Vertigem fez apenas duas apresentações de sua primeira ópera, parceria com o Teatro Municipal nos dias 06 e 07/09/2008. Ela poderá voltar a entrar em cartaz em breve, dependendo dos horários disponíveis dos solistas, por isso fiquem de olho.






Foi um privilégio participar desta produção, que inaugurou a nova central de produção de cenários e figurinos do Municipal, agora em galpões no Canindé. As duas apresentações, concorridas, foram apresentadas em um dos galpões, cuja estrutura foi incorporada à encenação, como nos outros espetáculos do Teatro da Vertigem. Buscou-se então um diálogo direto entre a história contada e o espaço de encenação, além da utilização dos materiais brutos e quotidianos do local como elementos de cena e adereços.





Os atores do Vertigem criaram em parceria com os cantores as cenas e depois, com grande generosidade, serviram de suporte para a apresentação destes, ficando geralmente em segundo plano na apresentação final.












Os cantores então roubaram a cena. Suas vozes ecoaram lindamente na brutalidade do galpão semideserto à noite.






Agradeço em especial ao solista Helder Savir que, com grande paciência, me ajudou a identificar cada um dos cantores para dar os devidos e merecidos créditos nestas raras fotografias que agora, devidamente identificadas, finalmente podem ser publicadas.













