terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Fodorovska
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
O Ruído Branco da Palavra Noite
O encontro acontecerá das 14h às 16h, na Sala Experimental Plínio Marcos do TUSP (Rua Maria Antônia, 294).


Para quem ainda não viu, ainda teremos apresentações no Festival de Curitiba, dias 25 e 26/03.
Até!
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 30 de julho de 2009
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Fotos da remontagem de BR3, do Teatro da Vertigem
BR3 se refere aos radicais de Brasília, Brasilândia e Brasiléia. O espetáculo original iniciava na confluência entre os rios Tietê e Pinheiros e terminava no cebolão onde inicia a Rodovia dos Bandeirantes.
Participei da cenografia, da iluminação e da fotografia do espetáculo original. Fiz as máscaras fotográficas com a Marina e fiz todas as pinturas originais dos cenários da personagem Tia Selma. Fiz também os adereços luminosos desta remontagem no Rio de Janeiro.
Remontagem? Sim. Estas fotos foram feitas no ponto mais poluído da Baía de Guanabara (Rio de Janeiro/RJ), no 8º festival riocenacontemporânea, em outubro de 2007. Nesta remontagem uma balsa de 28x6m leva o público de 100 pessoas a 15 pontos da Baía de Guanabara, da Ponte Rio-Niterói à Ilha do Fundão, onde acontecem as diversas cenas do espetáculo concebido e encenado inicialmente no Rio Tietê (São Paulo/SP).
Veja mais em www.teatrodavertigem.com.br
e em www.flickr.com/photos/nelsonkao
Aproveitem!
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Participo do site www.teatroparaalguem.com.br, onde escrevi o texto abaixo:
É TEATRO? É CINEMA? É INTERNET?
Afinal o que estamos buscando? Algo novo. Algo que provoque e atinja a nossa sensibilidade e a do público. Não sabemos o que estamos criando, nem queremos um nome para isso. O artista sente uma necessidade de produzir, e por isso o faz, só isso. Não entende e nem quer entender ou nomear o que cria.
O teatro é uma guerrilha. Feita por poucos para poucos e com pouco dinheiro. O cinema independente também é feito por poucos também para ser exibido em poucas salas e custa muito... A TV??? Ah, a TV... Então tentamos achar uma saída para isso tudo!!!
Uma coisa é certa, estamos tentando. Não queremos repetir o teleteatro. Achamos o teatro filmado muito chato.
Também não queremos um videoclipe. O tempo e a linguagem do teatro é outro. É um tempo único, que dilata ou contrai o real, tornando segundos em anos e vice-versa.
Convidamos profissionais de teatro e de cinema para juntos fazermos uma fricção criativa: Um interfere no resultado do outro. Assim buscamos um mútuo aprendizado, uma contradição benéfica, uma semente de criação colaborativa.
A câmera torna-se o público. Um público num espetáculo teatral em um espaço não-convencional. Destruímos com o auxílio da câmera a tradicional disposição palco-platéia. E em certos momentos a câmera chega a ser mais um personagem. O duplo do espectador. Dentro do espetáculo. Que finalmente poderá interagir com a atuação durante as apresentações ao vivo, escrevendo um e-mail ou participando de um bate papo num chat ou no MSN...
A internet aproxima as pessoas. Não foi à toa que serviços de redes sociais, grupos de e-mails, e novos veículos de criação coletiva se difundiram tanto na rede. A Internet é comunicação. Exatamente a comunicação que pode resolver o ciclo vicioso: Existem muitos autores com textos engavetados por falta de viabilidade econômica para se montar o espetáculo. Existem também inúmeros atores talentosos que não têm um meio de ganhar visibilidade. E existe um público que busca uma produção artística livre e inovadora, sem preconceitos nem limites. Foi a partir destas inquietações que surgiu o Teatro Para Alguém. Não temos pretensão de dar respostas. Mas tampouco vamos ficar parados à espera de que elas caiam do céu. Afinal, o que é mesmo Teatro??

